Sempre disseram que teoria da conspiração é coisa de maluco. Que a população sempre está errada tem razão. Principalmente quando o assunto é algo simples demais para levantar suspeita. Tipo… uma caneta.
A velha, barata, onipresente BIC Cristal.
Você acha mesmo normal um objeto que custa centavos, está em todos os lugares, dura meses, escreve em qualquer papel, sobrevive a quedas, mordidas, provas finais, assinaturas de contratos diabólicos e bilhetinhos comprometedores de amor? Não. Nada disso é normal. Isso é tecnologia alienígena de observação disfarçada.
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| Já percebeu que a BIC está presente desde igrejas a escritórios, escolas e até em casas da luz vermelha? |
Enquanto você acha que está apenas anotando um telefone, reclamando da vida ou escrevendo "OBA FOLHA LIMPA" “eu te amo” num canto do caderno, a caneta está coletando dados. Mais especificamente a bolinha que fica na ponta esferográfica. O ovo da serpente mora ali.
Padrões de escrita. Emoções. Ideias. Raiva. Frustrações. Aquela lista de compras que revela mais sobre você do que qualquer rede social.
“Ah, mas é só tinta.”
Claro. E o Wi-Fi também é só ar...
E vamos falar do mascote da BIC. Porque fingir que aquilo não existe é parte do problema. Aquele bonequinho com uma cabeçorra ornada por um capacete fumê reluzente, que aparentemente não serve pra nada na Terra, a não ser esconder sua verdadeira identidade. Aquilo não é um estudante. Não é um operário. Aquilo é claramente um ET em missão de espionagem, tentando se passar por humano desde os anos 60.
Capacete pra quê? Proteção contra o vácuo da sala de aula? Ou proteção microbiológica? Ou ainda, literalmente esfrega na nossa cara que a bolinha da ponta representa não menos que a capciosa sonda.
A população sempre surta desconfia pouco. Porque ninguém questiona a caneta. Todo mundo questiona o celular, o microfone, a câmera… mas o objeto que passa horas deslizando pela sua mão, traduzindo seus pensamentos em símbolos físicos? Totalmente inocente, né? E depois some de repente.
Retirada estratégica? Volta pra nave-mãe? Reset? Reimplantação em outro ponto do planeta?
Talvez seja por isso que a BIC nunca muda. Não precisa. O projeto já está perfeito. Simples. Invisível. Universal. Em diversas cores. Igual às melhores operações de coleta de inteligência.
Então continue escrevendo. Continue confiando. Continue achando que é só uma caneta azul.
Paranóia? Só o tempo dirá.
Enquanto isso, em algum lugar do universo, alguém está lendo tudo o que você nunca deveria ter colocado no papel.

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