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terça-feira, 23 de setembro de 2025

LARANJAS ASSASSINAS REBORN (One Shot)

Lá vem mais uma reciclagem fajuta superprodução das webcomics das Laranjas Assassinas. Dessa vez, uma história curta, um one shot no qual temos mais um desenrolar alternativo das Laranjas, se espalhando pelo multiverso.

... DIAS DEPOIS ...




quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Lendas Rurais - Capítulo 01: Não Assobie À Noite

Quaresma... tempo de lobisomem.

 Caipora, Mula-sem-cabeça, Lobisomem, Curupira, assombrações, maldições e supertições... Quem nunca ouviu uma dessas histórias que nos deixam com medo de ir beber água no escuro da noite?
Vamos iniciar aqui uma série de webcomics baseadas em histórias que se perpetuam no imaginário brasileiro, com o nosso toque do Com Defeito de Fabricação. 

Muitos já ouviram a lenda de que assobiar à noite pode ser perigoso, coisa que não podemos fazer, mas por que será? Vamos descobrir neste primeiro capítulo das... LENDAS RURAIS!








quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Bateau Murcho: O Naufrágio - Director's Cut

 Bateau Murcho foi a primeira webcomic lançada no blog Com Defeito de Fabricação no final ano de 2011.

Conta a história de um casal pra lá de bizarro que vai em uma viagem de réveillon em um barco cheio de gente mais bizarra ainda. O resultado não poderia ser diferente... Existem algumas referências a coisas bizarras que foram meme normie na época.

Não lembro bem como foi que tive a ideia de criar essa webcomic, mas lembro que vi alguma coisa relacionada a um naufrágio no Reveillón dos anos 80 ou 70 cujas causas foram negligência da tripulação e falta de noção absurda das pessoas, que inclusive é mencionada na história. Aliás, no fundo, a crítica social do enredo é que não adianta nada se desenvolver no financeiro e não se desenvolver culturalmente ou como pessoa. A tal da modinha da ostentação.

A versão original dessa webcomic é de 2011, com uma atualização em 2015 <<cof cof nossa especialidade é reciclar o lixo cof cof>> Agora nesta versão "director's cut", acrescentadas algumas "cenas" extras e dando uma melhorada nos diálogos dos personagens. 

Chega de conversa, vamos ao mar!






quinta-feira, 17 de junho de 2021

Uma Minúscula História Monocromática de Suspense Nonsense (até Certo Ponto) Sem Final Definido que Pouquíssimos Entenderão: Episódio 4

 Nos últimos episódios, aconteceram "muitas" coisas que me poupo a contar os detalhes aqui. Veja com seus próprios olhos:

Episódio 1

Episódio 2 

Episódio 3 

É, quiçá, a webcomic mais lixo da blogosfera. Tão lixo que só sai episódio novo de ano em ano e aqui tem mais um.



segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Tarde das Laranjas Assassinas

Introdução 

Tarde das Laranjas Assassinas é a expansão do universo das Laranjas Assassinas, que começou com a webcomic Noite das Laranjas Assassinas e continuou com o Dia das Laranjas Assassinas. Resolvi continuar em escrito porque eu ainda tinha muitas ideias e por enquanto não tô tendo paciência para desenhar detalhe por detalhe no paint. Na verdade ainda tenho, mas este projeto por enquanto está em último plano.

 


 Prelúdio

A cidade já havia experimentado pequenos episódios de caos em uma feira. Muitos achavam que eram casos isolados, mas poucos se deram conta que o perigo germinou e agora renderia frutos.


Parte 1

Fazia calor naquela tarde de verão nos Estados Unidos do Brazil.

A cidade ainda se recuperava do caos. Na feira, uma porradaria generalizada havia acontecido há alguns meses. Um pouco antes, um distúrbio em um manicômio Antes disso, houve ataques mortais e explosões transmitidos pela televisão, pessoas dadas como desaparecidas e encontradas mutiladas.

Mas muita gente passava despercebida por aqueles acontecimentos, viviam de forma normal, por cima de todo aquele pandemônio.

Uma delas, é Gerson Surubim. Gerson caminhava na feira, como sempre fazia e comprou vários legumes. Encontrou um cesto de laranjas em um canto, olhou para um lado, olhou para outro... Pensou em deixá-las, mas pareciam tão brilhantes e suculentas e, de forma sorrateira, levou-as para casa.

Aquela feira era a mesma que ele ouviu anteriormente nos jornais, onde laranjas tinham ganhado vida. Para ele, era tudo boato. No caminho de volta para casa, pensou ter ouvido alguma coisa abafada dentro do cesto, mas continuou a caminhar.

Mal sabia ele que estava carregando sua própria desgraça.
Ao chegar no seu prédio, rapidamente as colocou na geladeira. Aquelas laranjas endemoniadas adormeceram pelo frio e ficaram assim por um bom tempo, adormecidas.
 

Passadas algumas horas, já anoitecendo, Gerson pega as laranjas e as descasca. Momentaneamente, ele consegue partir todas as laranjas e saboreá-las como se fossem simples frutas, descobrindo sem querer, o seu ponto fraco. Mas o destino agiu de forma desgraçada: a última laranja do cesto ao ser chupada, no seu último gomo, guardava uma semente, que engasgou o pobre homem, sufocando-o até a morte.


O corpo permaneceu ali por alguns dias, mas a morte também trouxe a vida. Uma semente começara a germinar, suas raízes tomaram o lugar dos nervos do defunto e o cérebro tornou-se uma sanguinária laranja assassina zumbi!

Aquele prédio veria uma tarde de terror. A tarde da laranja zumbi assassina.





Parte 2

Aos poucos, começa a cair a noite, um abafado anunciava uma tempestade se aproximando a qualquer momento.

Jessica descansava no seu apartamento olhando o céu pela janela quando ouviu uma batida na porta, quem poderia ser? Não esperava nenhuma visita. Alguém da vizinhança, talvez… Não. O único parecia ter viajado, não o tinha visto por algum tempo.

Decidiu não atender, ficou mais alguns minutos parada, ouvindo.

O barulho foi repetido mais uma vez. Depois duas, três. Cada vez mais forte. Alguém parecia estar forçando a porta. Um grito quis sair da sua garganta, mas ficou preso. A única ação que teve foi correr para o interfone da cozinha e chamar a segurança, mas antes disso, a porta cai ao chão, com um estrondo e atônita, Jéssica vê pela porta uma cena

Nunca, em nenhum filme havia lhe mostrado aquela coisa infernal. A pele amarronzada, parecia madeira, a face arredondada saltavam dois olhos vermelhos e dentes afiados. A cabeça redonda parecia um laranja e no seu topo crescia um pequeno galho com duas folhas.

Aquela coisa se aproximava de forma arrastada, como um bêbado manco. Jéssica não tinha palavras nem forças para se mover. O monstro veio se aproximando com seus passos trôpegos e antes que pudesse se levantar, as suas mãos com dedos secos galhos aperta o pescoço da moça. Fez um pedido de socorro sufocado enquanto suas mãos lutavam para sair da forca.

Um grito se deu quando seus olhos são perfurados com os polegares do zumbi. Por fim, uma grande mordida no pescoço acaba por selar o triste fim da jovem, agora morta em uma imensa poça de sangue.

Depois disso, fez-se um silêncio naquele andar. O outro apartamento era de um casal de idosos. Ninguém ouviu suas súplicas. O zumbi começava a descer as escadas. Lá fora, um relâmpago anunciava uma tempestade chegando.



Parte 3

O vento soprou forte, a tempestade chegou. Os raios dançavam no céu. Um deles cai em uma subestação, causando um blackout em vários bairros da cidade. Um deles era o prédio onde o zumbi caminhava, descendo mais um andar totalmente protegido pela escuridão.

A chuva batia forte na janela enquanto Pedro enchia um copo com vodka. Deu por falta do morador que sempre lhe cobrava uma dívida antiga, mas que incrivelmente havia desaparecido por alguns dias.

Entrou tão bêbado que não havia fechado a porta. Ligou a televisão e quase adormecia. Ouviu um som abafado vindo do lado de fora, mas estava tão fora de si que deixou a porta abrir. Ao brilho dos relâmpagos viu uma sombra pairar na entrada da casa, só era forma humana, mas os grandes olhos vermelhos pareciam brilhar no escuro; os dentes brancos, afiados se mostravam brilhantes.

Seria uma alucinação? Não a coisa era real e se aproximava. Ele pega a garrafa e joga na direção do monstro, mas erra, tropeça do sofá e pega alguma coisa que possa lhe defender.

Aquela coisa com certeza veio lhe cobrar, era Gerson, transformado em alguma coisa terrivelmente infernal, vinha se aproximando, mas a escuridão lhe dava uma chance.

Bêbado e engatinhando, lembrou-se de pegar alguma coisa que pudesse acertar aquele monstro, mas se viu tão baratinado pela ação do álcool que era difícil raciocinar.

Foi na cozinha em busca de uma faca, para isso teria que passar bem ao lado daquele monstro. Arrastado, bateu a cabeça em alguma coisa e tomou um forte golpe que pegou de raspão no ombro. Certamente a laranja zumbi também estava sem enxergar no escuro.

Mas com dor e amortecido pela cachaça, conseguiu se arrastar até a cozinha, onde pegou uma vassoura, única coisa que poderia se transformar em arma. Levantou trôpego e se preparou, mas o bicho foi mais rápido e cravava suas garras nos braços de Pedro. Ali, cara a cara, teve a impressão que era o agiota que voltou do inferno para buscar sua dívida. Empurrou-o com força para perto da janela e o monstro morde seu ombro.

A luta feroz, mas perfurado e banhado em sangue, caiu sem forças, enquanto o zumbi despencava do nono andar.

Quebrado e com a cabeça partida, aquele ser não conseguia mais caminhar, mas continuou se arrastando com suas últimas forças até que deu um último suspiro. Agora jazia ali um amontoado de gravetos molhados em uma gosma amarronzada, no meio, uma laranja semi despedaçada. 

 

Epílogo

 Levado para um lixão, aquele composto disforme se misturou com o amontoado de entulho e terra. Lavado pela chuva e nutrido pelo chorume apodrecido uma, duas, três, várias sementes começaram a germinar.


FIM?

domingo, 1 de novembro de 2020

La Novela - Episódio Zero

La Novela foi a minha primeira webcomic. Criei em 2009 ou 2010 e conta a história de um bundão (Janjão) que foi enganado pela noiva no dia do casamento, a intenção é pra ser insuportável e meloso como uma novela mesmo. O projeto ficou enrolando na gaveta por todos esses anos, com o "script" já feito, mas batia a preguiça de desenhar... No começo eu realmente levava a sério, mas no meio do caminho vi que era pura porcaria mesmo e comecei a aloprar.
Aqui está o primeiro episódio. Tem muitos outros já prontos, mas só queria publicar quando todos estivessem feitos (o que não aconteceu). Tentarei desenhar a parte que falta à mão mesmo porque no paint/pc eu não tenho mais paciência.
 
 


 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Bateau Murcho (Sequel)

Essa história é um crossover entre o Batô Murcho e a Guerra da Manguaça, ela está inacabada e eu estava literalmente desenhando quadro a quadro. Sempre que tinha algum tempo, eu desenhava um quadro. Até que deixei de lado. Eu bem que poderia terminar, mas tenho outras coisas para terminar, então, por eliminação e prioridades, esse blog e tudo que eu estava fazendo para postar ficaram por último.
Agora vou descrever toda a história. Pela sequência, ela culminaria na Guerra da Manguaça 2.

A garota, personagem do Batô Murcho, que sobreviveu ao naufrágio do barco, chega até uma ilha deserta. Justamente na Ilha dos Birutas, onde aconteceu a principal batalha da Guerra da Manguaça. 
A Ilha dos Birutas é onde se localiza o último depósito de cachaça do mundo, o que, a propósito, desencadeou a guerra.
É nesta ilha que se encontram Mandala e seu bicho de estimação a fera, o Glii boy e o Kid Farelo.
Glii boy está sendo treinado por Mandala, enquanto Kid fica se embebedando na ilha.
Após atracar na ilha e ter uma retrospectiva dos acontecimentos que passou na memória, a garota sai andando e encontra muitos ossos, que foram dos loucos mortos na intensa batalha. Ela se apavora, e sai correndo e dando gritos pela ilha, que são ouvidos pelo trio de cachaceiros, que vão ao se encontro.
Não muito longe dali, o namorado da garota também sobreviveu ao naufrágio após ser regurgitado pelo tubarão que lhe devorou. Isso é uma piada por ele ser uma pessoa insuportável e indigesta.


Neste segundo quadro abaixo, há um salto temporal que pode ter sido de aproximadamente algumas semanas ou meses. Todos estão adaptados à sua vida na ilha. Kid Farelo continua bebendo muito, Mandala caça gado com a náufraga para se alimentarem e treina o Glii boy. O náufrago e Glii boy resolvem juntar madeira para construir uma jangada e sair daquela ilha.
Após abrir outro barril, Farelo prova e vê que aquilo não é cachaça, mas água, e fica extremamente enfurecido. Abre outro, prova e percebe que também é água, e assim sucessivamente. 
A lenda da ilha da cachaça foi uma farsa ou eles foram roubados?
Ele fica louco, ensandecido, socando o chão até que ouve um barulho metálico muito suspeito e resolve cavar...
- Vocês ouviram isso? 
- Sim é um som metálico.
- Eu vou cavar, respondeu Farelo - pode ser que ainda haja alguma coisa aqui embaixo...
E começou a cavar...


Neste terceiro quadro, após cavar, Farelo encontra uma grande placa de metal cheia de inscrições de um alfabeto desconhecido. 
Ele encontra uma espécie de botão, aperta e a placa se revela como uma porta de entrada para uma escadaria debaixo do chão.
Após sentir o aroma de cachaça, ele resolve descer juntamente com sua arma de confiança.
Mandala também decide descer e fala ao Glii boy que será uma ótima oportunidade para ele demonstrar suas capacidades em artes marciais, já que poderia haver muito perigo lá embaixo.
O rapaz náufrago hesita em pular, mas logo toma um chute no traseiro da sua namorada, a garota náufraga e rola escada abaixo. Lá embaixo, percebe-se que é uma estrutura bastante complexa. 



A partir daqui não há mais desenhos, porque seria apenas uma introdução para a Guerra da Manguaça 2, então vou descrever como eu planejava terminar o restante da história.
 
 
Continuando a história, eles acabam a cachaça, mas descobrem que a metade ali era água engarrafada e que alguém tinha roubado toda a cachaça inclusive a santa-cana.
Após encontrarem a entrada, eles descem. Lá embaixo, há um tipo de guardião, que é facilmente derrotado.


Descendo mais alguns níveis, há uma espécie de bunker, que funciona como alambique para fazer mais cachaça, alguns malucos remanescentes são enfrentados, incluindo Zeca Corotinho (ataca com golpes de samba).

Após descer mais escadas, descobre-se que eles estavam na verdade dentro de uma nave espacial e alienígenas detiveram o poder daquela alambique e mina de cachaça por que eles gostavam e por isso tinham aversão a agua (referencia a piada de bêbado e ao filme Sinais, onde os ETs se queimam com água) "susto no fígado", "água é o maior inimigo do cachaceiro", etc.

O Gliie boy e o Bicho são capturados pelo ET e são fundidos em uma máquina de fusão, eles se tornam um só - esta seria uma estratégia minha para diminuir o número de personagens que teria que desenhar.

Mais abaixo, havia uma fonte que minava cachaça, lá ha duas guardiões Lindsay Lorrã e Amy CanaHouse.
Amy Canahouse é uma antiga conhecida do Tony Farelo, eles já tiveram um quase romance, estava ali em busca da Santa Cana e sofreu lavagem cerebral, acontece uma briga terrível, mas um gole e cachaça do Mandala a faz recuperar a memória e ela agora faz parte do grupo dos hérois.

Mais uma revelação: a Santa Cana era uma farsa, pois os ETs desejavam fazer a melhor cachaça, acabava capturando as vítimas que eram exímios cachaceiros e os fazia de escravos para fazer mais cachaça e torná-los guarda-costas no caso de alguma invasão.

O pau come mais uma vez, eles vencem, é claro.
No final, eles rumam à costa da cidade em um disco voador, chegando lá, deparam-se com o caos total e o ataque das laranjas-zumbis: é o começo do Apocalipse das Laranjas Assassinas, que seria outra webcomic.


 
 
 
 

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Uma Minúscula História Monocromática de Suspense Nonsense (Até Certo Ponto) Sem Final Definido: Episódio 3

Parte final (?), mais mal desenhada e nonsense que as anteriores, só fiz porque tive um tempinho e nunca mais desenhei nada no Paint. Isso são coisas que surgem na minha cabeça, tive vontade de desenhar e dá nisso aí: 9 anos de um blog totalmente doido e caquético.

Quem quiser rever as outras partes, estão abaixo.
Parte 1
Parte 2


sábado, 29 de julho de 2017

Dia das Laranjas Assassinas

Finalmente, a sequência da Noite das Laranjas Assassinas está aqui!
É a continuação da história, explorando os acontecimentos das laranjas e a minha 4ª webcomic. Eu particularmente gostei muito do final que bolei para esta e foi uma das que mais desenhei detalhes. Resumindo, foi a melhor que fiz até agora em todos os aspectos.

Eu gostei tanto dessas laranjosas que quero fazer um grand finale com toda essas histórias, inclusive envolvendo os personagens da Guerra da Manguaça, minha outra webcomic e outras que por acaso vierem a surgir. Vai ser um puta crossover digno de Marvel e DC, mas sabe-se lá quando vou começar e terminar, mas que eu termino, eu termino!

ENJOOOY:

















segunda-feira, 17 de julho de 2017

Uma Minúscula História Monocromática de Suspense Nonsense (Até Certo Ponto) Sem Final Definido: Episódio 2

Minúscula como diz o título, com conteúdo esdrúxulo, roteiro nonsense e é claro, palavrões, mantendo o padrão baixo nível aqui do blog e a fiz em apenas uma manhã.
Aliás, essa """"webcomic"""" é só pra tapar buraco mesmo então não há o que se esperar muito dela. É a continuação, e explicação, de outra loucura webcômica que pode ser vista aqui. 





sábado, 2 de janeiro de 2016

Bateau Murcho - Remasterizado

Bateau Murcho foi minha primeira webcomic, bem tosca por sinal, com histórias toscas, montagens toscas e personagens toscos, feita em apenas uma tarde no final de 2010. Baseada na tragédia real do bateu mouche que aconteceu no Rio de Janeiro nos anos 80, conta a história de um naufrágio por superlotação, É ÓBVIO.
A versão original de 2010  pode ser vista clicando AQUI.
E neste ano tem o Dia das Laranjas Assassinas e outras novidades!!!




Postagem em destaque

Dia das Laranjas Assassinas

Finalmente, a sequência da Noite das Laranjas Assassinas está aqui! É a continuação da história, explorando os acontecimentos das laranjas...