Em um instante, parecia ter acordado de um pesadelo...
A respiração ofegante, suor frio e visão turva que mal dava para distinguir os objetos das sombras.
Respirava forte, mãos na testa, sentia as gotículas frias de suor entre os dedos.
Havia uma sensação estranha naquele momento, pensava estar em outro lugar, parecia não pertencer àquele quarto e àquelas sombras. Era um estranho recém desperto de um pesadelo, ou estaria em um agora?
As sombras sólidas, o tempo parecia parado.
Não ventava, não havia ruídos lá fora.
Ouviu um carro passar ao longe.
Havia algo vivo naquelas sombras, ele podia sentir. Ele queria que houvesse.
Então, o fantástico se fez presente.
A sombras, sólidas naquela penumbra, tomaram forma; delinearam-se curvas femininas.
Foi se aproximando, tocou com mãos etéreas o rosto do homem. Ele podia sentir a presença do vazio.
Aproximou sua face escura a face do homem.
Um beijo.
Os olhos fechados continuaram fechados, mas as sombras tomaram conta de tudo.
Escureceu.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
O Homem Zero: Sopro
sábado, 2 de janeiro de 2016
Bateau Murcho - Remasterizado
Bateau Murcho foi minha primeira webcomic, bem tosca por sinal, com histórias toscas, montagens toscas e personagens toscos, feita em apenas uma tarde no final de 2010. Baseada na tragédia real do bateu mouche que aconteceu no Rio de Janeiro nos anos 80, conta a história de um naufrágio por superlotação, É ÓBVIO.
A versão original de 2010 pode ser vista clicando AQUI.
E neste ano tem o Dia das Laranjas Assassinas e outras novidades!!!
A versão original de 2010 pode ser vista clicando AQUI.
E neste ano tem o Dia das Laranjas Assassinas e outras novidades!!!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
HO HO HO NATAL, PEGUE NO MEU...
PRESENTE #1: A Rede Globo de televisão já é cafona no final do ano. Hoje vão apresentar um especial com um bando de putas pagas, quero dizer, "artistas" que vai extrapolar os níveis de cafonice;
PRESENTE #2: Guarde os ossos que sobrarem do peru e o resto da ceia para 2016, que graças à política do governo vai ser uma tremenda bosta;
PRESENTE #3: Esse governo será a casca de banana que faltava para o país se estrepar de vez...
PRESENTE #4: Apesar do saco murcho deste ano, o Papai Noel já está de saco cheio e deseja um Feliz Natal a todos!!!
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Ultrafox
Eu inventei este personagem nos anos 2001 por aí, é um rapaz que vive no futuro e veste uma roupa supertecnológica que lhe dá poderes com supervelocidade, força 5x a de um ser humano comum, vôo limitado e soltar tiros e canhões de laser através do dedo. Nunca pus este personagem em história alguma. E se caso algum dia puser, como mulher ficaria muito mais legal.
![]() |
| Mais curvas, muito melhor! |
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Fofinho dos Mares
Ai, que bichim fofim!!! Que vontade de nadar e mergulhar abraçado com esse coisinha sorridente.
Trata-se da Orcaella heinsohni, ou o golfinho-australiano, animal descoberto em 2005.
Parece um pokémon.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Germinal: A Arte de Arrancar Sacos
Germinal é um livro de Émile Zola, trata-se de uma história sobre mineradores, que indignados com as condições de sobrevivência na vila mobilizam uma greve e em cima disto e de toda a violência resultante da desigualdade social que eles sofrem. É um livro com ar invernal, melancólico, segundo minha classificação. Vale a pena ler.
Mas dentre todas as partes, uma que eu sempre volto para ler, e me causa frouxos de riso, é a aparte que mulheres revoltadas fazem um quebra no mercado de um vendedor chamado Maigrat: usurário, muito avarento e que se aproveitava das mulheres necessitadas em troca de mercadorias
Em um momento de fúria, elas o perseguem e por fim, arrancam o saco escrotal do dono da venda, isso mesmo arrancam o saco peludo do cara, veja no trecho na íntegra:
"A turba tinha visto Maigrat esgueirando-se pelo teto do galpão. Na sua ânsia, apesar do seu peso, ele subira agilmente pela latada, sem se preocupar com as ripas que quebravam; e agora espichava-se ao longo das telhas, esforçando-se para atingir a janela. Mas a inclinação era muito forte, sua barriga o estorvava, suas unhas estavam sendo arrancadas. Assim mesmo ter-se-ia arrastado até a cumeeira, se não tivesse começado a tremer de medo de receber uma pedrada, já que a multidão, que ele não conseguia ver, continuava a gritar lá de baixo:
— Pega o gato! Pega o gato! Vamos fazê-lo em pedaços!
E bruscamente, suas duas mãos se soltaram, ele rolou como uma bola, bateu na biqueira e caiu atravessado na parede-meia, tão desastradamente que foi espatifar-se na rua, onde abriu o crânio no ângulo de um marco. O cérebro esguichou. Estava morto. (...)
Em seguida recomeçaram os gritos. Eram as mulheres que se precipitavam, presas da embriaguez do sangue.
— A justiça tarda mas não falha! Ah, porco, morreste, enfim! Rodearam o cadáver ainda quente e começaram a insultá-lo com gargalhadas, chamando de coisa imunda sua cabeça despedaçada, berrando na cara da morte o longo rancor de suas vidas sem pão.
— Eu te devia sessenta francos, já estás pago, ladrão! — gritou a mulher de Maheu, tão enfurecida quanto as outras. — Nunca mais vais negar-te a me vender fiado... Espera! Espera! Vou engordar-te mais ainda.
Começou a cavar a terra com as duas mãos, tomou dois punhados e os enfiou violentamente na boca do cadáver.
— Vai, come! Vamos, come, come, tu, que nos comias!
As injúrias eram cada vez mais violentas, enquanto o morto, estendido de costas, imóvel, olhava com seus grandes olhos vidrados o céu imenso de onde descia a noite.
Aquela terra, enfiada na sua boca, era o pão que ele tinha recusado. E, de agora em diante, só comeria desse pão. Esfomear os pobres não lhe trouxera felicidade.
Mas as mulheres ainda queriam vingar-se. Rodeavam-no, farejando como lobas. Todas arquitetavam um ultraje que as desafogasse.
Ouviu-se a voz áspera da Queimada:
— Vamos castrá-lo como a um gato!
— Vamos! Ao gato! Mãos à obra! Esse asqueroso já fez demais o que não devia!
Imediatamente a filha de Mouque começou a abrir-lhe a braguilha e a puxar-lhe as calças, enquanto a mulher de Levaque levantava as pernas do morto. E a Queimada, com suas mãos secas de velha, abriu-lhe as coxas nuas e empunhou a virilidade morta Segurou tudo e fez tal esforço para extirpar o membro que suas costas magras se distenderam e seus braços enormes estalaram. Mas a pele mole resistia, ela teve de atracar-se novamente e acabou arrancando o despojo, um pedaço de carne cabeluda e sangrenta que agitou no ar com uma gargalhada de triunfo:
— Pronto, aqui está!
Vozes esganiçadas saudaram com imprecações o horrível troféu:
— Ah, desgraçado! Não engravidarás mais as nossas filhas!
— Chega! Não te pagaremos mais com a nossa carne! Nunca mais teremos de abrir as pernas para conseguir um pão!
— Olha, eu te devo seis francos... Queres fazer uma brincadeira por conta? Eu estou pronta, se tu ainda podes!
Este gracejo sacudiu-as com uma gargalhada feroz. Passavam umas às outras a carne pingando sangue, como um animal tinhoso que cada uma tivera de suportar e acabavam de esmagar, que agora tinham ali, inerte, à sua mercê. Cuspiam em cima, arreganhavam os dentes, repetindo, numa furiosa explosão de desprezo:
— Ele não pode mais! Ele não pode mais! Já não é mais um homem que vai para a cova! Começa logo a apodrecer inútil! A Queimada, então, espetou o naco de carne na ponta da sua vara, e, levantando-o bem alto, como um estandarte, empreendeu a marcha, seguida pela debandada ululante das mulheres".
Eu li esse livro em 2008, se não me engano, até hoje eu começo a rir quando eu lembro dessa parte.
Mas dentre todas as partes, uma que eu sempre volto para ler, e me causa frouxos de riso, é a aparte que mulheres revoltadas fazem um quebra no mercado de um vendedor chamado Maigrat: usurário, muito avarento e que se aproveitava das mulheres necessitadas em troca de mercadorias
Em um momento de fúria, elas o perseguem e por fim, arrancam o saco escrotal do dono da venda, isso mesmo arrancam o saco peludo do cara, veja no trecho na íntegra:
"A turba tinha visto Maigrat esgueirando-se pelo teto do galpão. Na sua ânsia, apesar do seu peso, ele subira agilmente pela latada, sem se preocupar com as ripas que quebravam; e agora espichava-se ao longo das telhas, esforçando-se para atingir a janela. Mas a inclinação era muito forte, sua barriga o estorvava, suas unhas estavam sendo arrancadas. Assim mesmo ter-se-ia arrastado até a cumeeira, se não tivesse começado a tremer de medo de receber uma pedrada, já que a multidão, que ele não conseguia ver, continuava a gritar lá de baixo:
— Pega o gato! Pega o gato! Vamos fazê-lo em pedaços!
E bruscamente, suas duas mãos se soltaram, ele rolou como uma bola, bateu na biqueira e caiu atravessado na parede-meia, tão desastradamente que foi espatifar-se na rua, onde abriu o crânio no ângulo de um marco. O cérebro esguichou. Estava morto. (...)
Em seguida recomeçaram os gritos. Eram as mulheres que se precipitavam, presas da embriaguez do sangue.
— A justiça tarda mas não falha! Ah, porco, morreste, enfim! Rodearam o cadáver ainda quente e começaram a insultá-lo com gargalhadas, chamando de coisa imunda sua cabeça despedaçada, berrando na cara da morte o longo rancor de suas vidas sem pão.
— Eu te devia sessenta francos, já estás pago, ladrão! — gritou a mulher de Maheu, tão enfurecida quanto as outras. — Nunca mais vais negar-te a me vender fiado... Espera! Espera! Vou engordar-te mais ainda.
Começou a cavar a terra com as duas mãos, tomou dois punhados e os enfiou violentamente na boca do cadáver.
— Vai, come! Vamos, come, come, tu, que nos comias!
As injúrias eram cada vez mais violentas, enquanto o morto, estendido de costas, imóvel, olhava com seus grandes olhos vidrados o céu imenso de onde descia a noite.
Aquela terra, enfiada na sua boca, era o pão que ele tinha recusado. E, de agora em diante, só comeria desse pão. Esfomear os pobres não lhe trouxera felicidade.
Mas as mulheres ainda queriam vingar-se. Rodeavam-no, farejando como lobas. Todas arquitetavam um ultraje que as desafogasse.
Ouviu-se a voz áspera da Queimada:
— Vamos castrá-lo como a um gato!
— Vamos! Ao gato! Mãos à obra! Esse asqueroso já fez demais o que não devia!
Imediatamente a filha de Mouque começou a abrir-lhe a braguilha e a puxar-lhe as calças, enquanto a mulher de Levaque levantava as pernas do morto. E a Queimada, com suas mãos secas de velha, abriu-lhe as coxas nuas e empunhou a virilidade morta Segurou tudo e fez tal esforço para extirpar o membro que suas costas magras se distenderam e seus braços enormes estalaram. Mas a pele mole resistia, ela teve de atracar-se novamente e acabou arrancando o despojo, um pedaço de carne cabeluda e sangrenta que agitou no ar com uma gargalhada de triunfo:
— Pronto, aqui está!
Vozes esganiçadas saudaram com imprecações o horrível troféu:
— Ah, desgraçado! Não engravidarás mais as nossas filhas!
— Chega! Não te pagaremos mais com a nossa carne! Nunca mais teremos de abrir as pernas para conseguir um pão!
— Olha, eu te devo seis francos... Queres fazer uma brincadeira por conta? Eu estou pronta, se tu ainda podes!
Este gracejo sacudiu-as com uma gargalhada feroz. Passavam umas às outras a carne pingando sangue, como um animal tinhoso que cada uma tivera de suportar e acabavam de esmagar, que agora tinham ali, inerte, à sua mercê. Cuspiam em cima, arreganhavam os dentes, repetindo, numa furiosa explosão de desprezo:
— Ele não pode mais! Ele não pode mais! Já não é mais um homem que vai para a cova! Começa logo a apodrecer inútil! A Queimada, então, espetou o naco de carne na ponta da sua vara, e, levantando-o bem alto, como um estandarte, empreendeu a marcha, seguida pela debandada ululante das mulheres".
Eu li esse livro em 2008, se não me engano, até hoje eu começo a rir quando eu lembro dessa parte.
sábado, 12 de setembro de 2015
Upa, toma diabo!
Quem já leu O Cortiço de Aluísio de Azevedo, já sabe do que eu tô falando. É uma das partes que eu mais rio no livro. É um livro que tem muita putaria das boas; sacanagem, mulher com mulher, porradas, facada é o que não faltam.
"Então principiou a verdadeira devastação. E a cada objeto que ela varria para o pátio, gritava sempre: 'Upa! Toma, diabo!'
- Aí vai o relógio! Upa! Toma, diabo!
E o relógio espatifou-se na calçada
- Aí vai o alguidar
- Aí vai o jarro!
- Aí vão os copos!
- Os cabides!
- O garrafão!
- O bacio!..."
Depois desta parte, houve um quebra-pau daqueles da mulher que estava jogando as coisas fora e seu marido.
Maior putaria e vale a pena ler.
"Então principiou a verdadeira devastação. E a cada objeto que ela varria para o pátio, gritava sempre: 'Upa! Toma, diabo!'
- Aí vai o relógio! Upa! Toma, diabo!
E o relógio espatifou-se na calçada
- Aí vai o alguidar
- Aí vai o jarro!
- Aí vão os copos!
- Os cabides!
- O garrafão!
- O bacio!..."
Depois desta parte, houve um quebra-pau daqueles da mulher que estava jogando as coisas fora e seu marido.
Maior putaria e vale a pena ler.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Serpente Ninja
Esse personagem foi criado quando eu estava no segundo ou terceiro ano do ensino médio, então já faz mais de dez anos. É uma serpente ninja. "Mas serpente? Parece mais um sapo..." algum colega falou na classe. Enfim, este foi um dos primeiros personagens que eu criei uma história em papel, com muito sangue, palavrões, sacanagem leve e lutas.
A personalidade do serpente ninja é esquentadinha, vingativa e sacana porém leal e honesto, lutando contra o mal do Clã do Macaco Bafento. Tinha uma namorada, que se chamava Kyla Hikaru, e uma espécie de duende mascote inspirado em mim mesmo. Não cheguei a concluir a história e a procuro até hoje para escanear e postar aqui. Será que eu joguei no lixo sem querer? Glup!
A personalidade do serpente ninja é esquentadinha, vingativa e sacana porém leal e honesto, lutando contra o mal do Clã do Macaco Bafento. Tinha uma namorada, que se chamava Kyla Hikaru, e uma espécie de duende mascote inspirado em mim mesmo. Não cheguei a concluir a história e a procuro até hoje para escanear e postar aqui. Será que eu joguei no lixo sem querer? Glup!
terça-feira, 25 de agosto de 2015
SOPA PA NÓIS: A Sopa de Preso, a Sopa da Fúria dos Deuses!!!
Assim como a receita da GEMADEX ou batida de ovas. Esta minha outra receita foi alvo de diversos ataques de seres que tentaram tomar de mim. Desta vez, todos os deuses desceram do monte Olimpo, inclusive soltaram os titãs pra cima de mim. Eles desceram a porrada em mim, me colocaram preso no Hades. Só que eu consegui alguns ingredientes para fazer uma sopa mágica. Esperei todos estar reunidos e tomei a sopa. Saí furioso, subi o Olimpo e coloquei os filhos da puta to-di-nhos pra correr!!! Se vierem novamente tem mais cacete!!!
Enfim essa receita é uma sopa. Uma sopa que levanta até defunto, uma sopa do caralho!!! Um manjar dos deuses. Remonta nos anos 1999-2000, aquela era apocalíptica, de apagões e o caralho, e férias com muitos primos e primas em casa. Fui fazer a sopa e depois tive que dar um sossega leão em todos por estarem sentindo-se poderosos.
Vamos lá:
- Um pouco azeite ou óleo de soja ou de motor
- Batata com casca cortada em rodas
- Abóbora picada
- Aproximadamente 2 litros de água da fonte da juventude (água da torneira também serve)
- Tomate sem sementes picado
- Cebola cortada em rodas
- Alho, um pouco
- Cenoura em tiras
- Cubinhos de caldinho de frango
- Arroz, serve as sobras
- Pedaços de carne de dragão verde milenar se não conseguir use flango (flango)
Eis aqui o pulo do gato:
- Um pouco de farinha de trigo
- Molho de pimenta (bastante)
- Molho inglês ou shoyu
Coloque numa panela ou caldeirão de bruxa o azeite, aqueça e coloque a cebola, o tomate e o alho deixe dourar um pouco.
Coloque a cenoura, a água e os pedaços de flango, quando começar a ferver coloque o caldinho.
Logo após levantar feurvura, ponha a batata e a abóbora. O molho inglês e o de pimenta. Vá colocando a farinha dissolvida no restante da água. Quando a cenoura já estiver cozida, está pronto.
Sirva com mais molho de pimenta e pão.
Depois sinta o poder e a fúria da Sopa de Preso!!!
Enfim essa receita é uma sopa. Uma sopa que levanta até defunto, uma sopa do caralho!!! Um manjar dos deuses. Remonta nos anos 1999-2000, aquela era apocalíptica, de apagões e o caralho, e férias com muitos primos e primas em casa. Fui fazer a sopa e depois tive que dar um sossega leão em todos por estarem sentindo-se poderosos.
Vamos lá:
- Um pouco azeite ou óleo de soja ou de motor
- Batata com casca cortada em rodas
- Abóbora picada
- Aproximadamente 2 litros de água da fonte da juventude (água da torneira também serve)
- Tomate sem sementes picado
- Cebola cortada em rodas
- Alho, um pouco
- Cenoura em tiras
- Cubinhos de caldinho de frango
- Arroz, serve as sobras
- Pedaços de carne de dragão verde milenar se não conseguir use flango (flango)
Eis aqui o pulo do gato:
- Um pouco de farinha de trigo
- Molho de pimenta (bastante)
- Molho inglês ou shoyu
Coloque numa panela ou caldeirão de bruxa o azeite, aqueça e coloque a cebola, o tomate e o alho deixe dourar um pouco.
Coloque a cenoura, a água e os pedaços de flango, quando começar a ferver coloque o caldinho.
Logo após levantar feurvura, ponha a batata e a abóbora. O molho inglês e o de pimenta. Vá colocando a farinha dissolvida no restante da água. Quando a cenoura já estiver cozida, está pronto.
Sirva com mais molho de pimenta e pão.
Depois sinta o poder e a fúria da Sopa de Preso!!!
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