Continuando a série de contar <sonhos> que eu lembro, por que não tenho nada mais interessante para postar, vou contar um pesadelo horrível, foi um dos piores, senão o pior.
Eu estava num lugar bem deserto, que era meio molhado e cheio de mato que parecia dar até a minha cintura e plantas aquáticas. Também tinha uma cabana feita de tábuas meio cinzentas, enfim, o mato era relativamente alto e eu estava andando nesse lugar com um facão ou um longo porrete de pau caçando algum bicho. Parecia ser a hora do crepúsculo e estava começando a anoitecer, mas o tempo parecia não passar. Onde a vista alcançava era só mato e não lembro muito bem, mas havia algumas montanhas beeeeeeeeeem distante. (Parecia um pouco com aquele pântano onde Smeagol, Frodo e Sam passaram no Senhor dos Anéis, só que não tinha neblina nem os mortos).
A sensação daquelas plantas e da água nos pés era horrível e me incomodava muito.
Esse perrengue não bastava: enquanto eu me afastava da cabana, o bicho que eu estava caçando/procurando começava a me espreitar de dentro do mato. Eu berrava em um misto de raiva e medo: "Saia daí! Apareça!" Enquanto continuava a andar e agitar o facão/porrete no mato.
O caçador tinha virado a presa!
Fiquei o pesadelo inteiro com essa sensação terrível das plantas, da água e de ser caçado.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
Matagal do Pesadelo
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Tiroteio Alado
Como não tenho nada mais interessante para postar aqui e esta tarde acabei de lembrar de um sonho muito louco que tive ano passado e havia esquecido, vou contar aqui.
Só lembro alguns pedaços, mas eu tinha capacidade de voar (olha só) por aí em minha cabeça de doido, fui logo sobrevoar uma favela que tinha alguns traficantes aterrorizando, à noite. Eu estava enrolado em um lençol verde escuro que tenho aqui em casa, ok. Estava bem camuflado.
Então comecei a jogar pedras e pedaços de ferro pesadíssimos nos traficantes, não sei se os matava, mas era insano.
Foi aí que a galhofa acabou e o pesadelo começou: os meus "poderes" de vôo começavam a falhar e os trafica começaram a mandar bala na minha direção. Eu desci, mas continuava a correr por entre o morro e a bala comendo (mas não me acertaram uma, que eu lembre). Corria e saltava, pegava impulso e saía voando, mas logo descia. E tome bala!
Essa perseguição continuou por algum tempo e acordei, com o coração a mil por hora.
E foi isto.
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Tempestade Solar Ataca a Cidade!
Eu continuava a andar e haviam algumas pessoas correndo, lojas abrindo portas e vitrines. Então tive conhecimento que era uma tempestade solar ou alguma coisa eletromagnética interferindo nos aparelhos tecnológicos. Tentava adivertir todos, mas, por incrível que pareça, muitas pessoas estavam bastante calmas com seus celulares pifados nas mãos. E... finalmente acordei.
Acho que o motivo deste sonho foi que ontem eu estava revisando um pouco sobre vetores e magnetismo para minha graduação.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Os Programas Mais Idiotas da TV Aberta #6 - Show dos Horrorosos
Peguei o celular e fui olhar o twitter, e o que está lá nas tags? Show dos horrorosos. Sinal de que o povo é bem
Resumindo: um programa nada original. Seria bem mais interessante pegar pessoas normais, muita tem muito mais talento do que esses artistas.
Enfim, foi um show de horrores, provavelmente ali foram gastos milhões, depois vão pedir doação para o Pirralho Esperança com a cara mais lisa...
sexta-feira, 27 de abril de 2018
O Guarani
A primeira vez que eu o vi, achava que nunca iria terminar. Há algumas semanas atrás terminei de lê-lo pela segunda vez.
A obra é bastante influenciada pelo Romantismo na sua primeira fase (se não me engano), toma o índio brasileiro, representado por Peri, filho de Ararê, como herói nacional; quase um cavaleiro medieval, salvo devidas proporções. Peri é bravo, heroico, sábio, virtuoso e aliado a tudo isso ama com pureza e devoção à jovem Cecília.
O livro descreve muito bem as riquezas tropicais da natureza brasileira, tanto suas maravilhas e seus perigos. A história tem um desenvolvimento excelente, o livro é longo, mas a partir do começo do clímax, é impossível não devorar as páginas; a peleja final é alucinante o que se passa no epílogo não deixa a desejar. E quando tudo termina fica a saudade de acompanhar mais das aventuras de Peri e Ceci. Aliás, o desfecho d'O Guarani é bastante original por que deixa uma sensação de mistério ao leitor.
Havia muitos capítulos para escolher, mas eu gosto bastante desse em especial.
VII
A PRECE
A tarde ia morrendo.
O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas, que iluminava com os seus últimos raios.
A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando pela verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores.
Os espinheiros silvestres desatavam as flores alvas e delicadas; e o ouricuri abria as suas palmas mais novas, para receber no seu cálice o orvalho da noite. Os animais retardados procuravam a pousada; enquanto a juriti, chamando a companheira, soltava os arrulhos doces e saudosos com que se despede do dia.
Um concerto de notas graves saudava o pôr-do-sol, e confundia-se com o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda, e ceder à doce influência da tarde.
Era a Ave-Maria.
Como é solene e grave no meio das nossas matas a hora misteriosa do crepúsculo, em que a natureza se ajoelha aos pés do Criador para murmurar a prece da noite!
Essas grandes sombras das árvores que se estendem pela planície; essas gradações infinitas da luz pelas quebradas da montanha; esses raios perdidos, que, esvazando-se pelo rendado da folhagem, vão brincar um momento sobre a areia; tudo respira uma poesia imensa que enche a alma.
O urutau no fundo da mata solta as suas notas graves e sonoras, que, reboando pelas longas crastas de verdura, vão ecoar ao longe como o toque lento e pausado do ângelus.
A brisa, rogando as grimpas da floresta, traz um débil sussurro, que parece o último eco dos rumores do dia, ou o derradeiro suspiro da tarde que morre.
Todas as pessoas reunidas na esplanada sentiam mais ou menos a impressão poderosa desta hora solene, e cediam involuntariamente a esse sentimento vago, que não é bem tristeza, mas respeito misturado de um certo temor.
De repente, os sons melancólicos de um clarim prolongaram-se pelo ar quebrando o concerto da tarde; era um dos aventureiros que tocava a Ave-Maria.
Todos se descobriram.
D. Antônio de Mariz, adiantando-se até à beira da esplanada para o lado do ocaso, tirou o chapéu e ajoelhou.
Ao redor dele vieram grupar-se sua mulher, as duas moças, Álvaro e D. Diogo; os aventureiros, formando um grande arco de círculo, ajoelharam-se a alguns passos de distancia.
O sol com seu último reflexo esclarecia a barba e os cabelos brancos do velho fidalgo, e realçava a beleza daquele basto de antigo cavalheiro.
Era uma cena ao mesmo tempo simples e majestosa a que apresentava essa prece meio cristã, meio selvagem; em todos aqueles rostos, iluminados pelos raios do ocaso, respirava um santo respeito.
Loredano foi o único que conservou o seu sorriso desdenhoso, e seguia com o mesmo olhar torvo os menores movimentos de Álvaro, ajoelhado perto de Cecília e embebido em contemplá-la, como se ela fosse a divindade a quem dirigia a sua prece.
Durante o momento em que o rei da luz, suspenso no horizonte, lançava ainda um olhar sobre a terra, todos se concentravam em um fundo recolhimento, e diziam uma oração muda, que apenas agitava imperceptivelmente os lábios.
Por fim o sol escondeu-se; Aires Gomes estendeu o mosquete sobre o precipício, e um tiro saudou o ocaso.
Era noite.
Todos se ergueram; os aventureiros cortejaram e foram-se retirando a pouco e pouco.
Cecília ofereceu a fronte ao beijo de seu pai e de sua mãe, e fez uma graciosa mesura a seu irmão e a Álvaro.
Isabel tocou com os lábios a mão de seu tio, e curvou-se em face de D. Lauriana para receber uma bênção lançada com a dignidade e altivez de um abade.
Depois, a família chegando-se para junto da porta, dispôs-se a passar um desses curtos serões que outrora precediam à simples mas suculenta ceia (...).
sexta-feira, 23 de março de 2018
La Merdela
Recentemente estou continuando pouco a pouco a Webcomic La Novela. Este ano certamente será postada aqui. Esta falará da trajetória de um cuck burro que foi enganado no dia do casamento.
E também estou terminando uma segunda história, na qual os personagens da Guerra da Manguaça e do Bateau Murcho se encontram para dar sequência à Guerra da Manguaça 2.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Psé Men Geração Mimimi é Foda...
O meme é originário de páginas e grupos de facebook derivados de chans e exprime um ululante desprezo e perplexidade negativa diante desta geração de bosta que vemos fazendo merda hoje em dia: sjw, wokes, youtubers, cucks e tudo mais.
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Uma Aldeia Muito Estranha
Deste sonho não lembro de outros detalhes, mas havia uma rua arborizada, um caminhão e eu atravessei a rua.
Olhei para baixo e, no lugar que deveria ser um rio, havia um vale com a parte bem rebaixada, então eu desci.
Havia uma espécie de caverna, entrei e dentro havia uma enorme quantidade de índios.
Me ofereceram algo pra comer e beber, eu aceitei.
Houve danças e ameaças de guerra contra sei lá o quê.
Acordei e o sonho acabou aí.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Coletânea de Cantigas Esculhambadas
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
O Gato
Tomei como inspiração desenhos como Tom & Jerry, Eek the Cat e o do Papa-léguas.
Eu ia fazer uma mini webcomic para postar, mas me deu preguiça.
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Não preciso nem dizer que este é um dos meus filmes favoritos, praticamente em todas as webcomics que publiquei aqui tem alguma frase ou...
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Achei essa coletânea de cantigas esculhambadas de excursão no blog Catuque Escolar . São bastante conhecidas nacionalmente, com pequenas va...
Postagem em destaque
Dia das Laranjas Assassinas
Finalmente, a sequência da Noite das Laranjas Assassinas está aqui! É a continuação da história, explorando os acontecimentos das laranjas...



