quinta-feira, 26 de agosto de 2021

A

 Loucura da minha cabeça, pensando em reformular esse blog mesmo sem tempo de escrever nada aqui.




quarta-feira, 30 de junho de 2021

A Arte Porradeira de Tony Wong

Uma agradável surpresa surgiu quando eu scrollava o Pinterest. 
Vi uma capa de revista bem sanguinária, bem parecido com as minhas webcomics que postei aqui anteriormente. É a arte dos quadrinhos de Tony Wong, desenhista de Hong Kong nos anos 70. Aparentemente muita porrada, sangue e quebra-quebra - do jeito que nóis gosta!
Aliás, quem ainda não viu as minhas webcomics, o link tá aí no lado.

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Uma Minúscula História Monocromática de Suspense Nonsense (até Certo Ponto) Sem Final Definido que Pouquíssimos Entenderão: Episódio 4

 Nos últimos episódios, aconteceram "muitas" coisas que me poupo a contar os detalhes aqui. Veja com seus próprios olhos:

Episódio 1

Episódio 2 

Episódio 3 

É, quiçá, a webcomic mais lixo da blogosfera. Tão lixo que só sai episódio novo de ano em ano e aqui tem mais um.



sábado, 5 de junho de 2021

Os Programas Mais Idiotas da TV Aberta #10 - Cinema Nacional

Mais uma postagem aqui destilando minhas críticas à TV brasileira. Agora vou falar do cinema nacional. Tem coisa boa, tem. Antigamente tinha mais e hoje a maioria do que é produzido é bem ruim. Mas a intenção aqui é chamar atenção a coisas que insistem em reproduzir nesses filmes daqui do Brasil. Uma cultura de pvt4r14 e esculhambação que acompanha o cinema nacional. É podre. É desnecessário. 

Vamos lá:

 Panfletagem política é uma coisa totalmente desnecessária quando você tem um país dividido. Quase ninguém ou vai acreditar na m3rd4 que você pensa por mais que você ache que é a maior maravilha do mundo. Guarde isso para você, ninguém quer ouvir. Aliás, há políticos que gastam milhões em campanha e não conseguem influenciar ninguém.

Pvct4ri4 desnecessária. Há filmes que sabem explorar a nudez de uma forma genial, não deixa explícito, mas também não esconde, fazem jogo de câmeras, luz e sombra e mostra o profissionalismo da equipe. Ou até mesmo uma nudez feminina exibida de forma inteligente não constrange quase ninguém (feminina sim, amigos, ninguém aqui tá afim de ver p3ru balangando na tela do cinema). Mas o cinema brasileiro de uns tempos pra cá esqueceu que a boca do lixo teve seu fim nos anos 80. É o tipo de pvctaria que enoja. No meio de uma cena absolutamente nada a ver os caras fazem de tudo pra encaixar uma cena de baixaria. Desnecessário.

Aliás, sabemos que pvctaria está presente em quase tudo aqui no Brasil, mas não precisa abusar e fazer disso um marketing pra chamar a atenção. Inclusive acho que até as algumas atrizes se sentem constrangidas (algumas provavelmente) em fazer estas cenas, mas devem fazer por pura pressão. 

Lição de moral em demasia. Pior ainda quando vem embalada em algum lixo ideológico, ou é usada como forma de panfletagem política. Podre demais. Ninguém merece. Deixem as lições de moral apenas com o He-Man.

Piada forçada. Ninguém aguenta mais Zorra Total e pior é a piada que "evoluiu" pra piada política e piada justiceira social. Sempre um lado vai te achar o máximo, mas para o outro você vai parecer um tremendo idiota.

Eu poderia citar vários filmes aqui, mas não tenho paciência. Esse texto ficou mofando nos rascunhos aqui do blog por quase um ano, tava na hora de publicar. 

É isto.


Nome do Programa: Cinema Nacional (atual)

Conteúdo: Pvctaria, piadas sem graça, muito dinheiro público gasto em porcaria

Diversão: Até que tem algumas coisas engraçadas, mas não é unanimidade. Geralmente é humor pra agradar justiceiro social.

Originalidade: Prefiro não comentar

IdioNota: 9/10

sábado, 8 de maio de 2021

Margarina sabor presunto - Delírio ou Realidade?

Não sei se eu tô maluco e é fruto da minha imaginação, mas deixar registrado aqui pra caso alguém por acaso também esteja pela internet procurando loucamente por informações e chegue por aqui, escreva aí nos comentários.
Era uma margarina sabor presunto, não lembro a marca. Mas na minha memória, lembro que vi no mercado e na casa da minha prima e acho que não cheguei a provar. Se não me engano tinha uma também sabor brigadeiro.
Procurei pela internet inteira e não encontrei absolutamente nada. Então, fica aqui o registro.
Mas margarina sabor presunto até que não seria uma má ideia...




terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Testando...

 Seria um novo episódio da saga? Não sei, mas estou vendo possibilidades.

Testei uma mesa digitalizadora e não fiquei muito contente com o resultado dos desenhos no paint. Eu tenho outros aplicativos que os desenhos sairiam muito mais elaborados, mas colocando na balança entre fazer uma merda e terminar rapidamente uma história ou fazer bem feito e demorar, eu fico com a primeira opção.

 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Com defeito de fabricação: Uma década de loucuras e destruição!

 Na verdade esse texto deveria ter sido publicado no ano passado, quando o blog fez 10 anos. Mas as coisas foram ficando tão loucas quanto o ano de 2020 que eu deixei me passar pela data.

Escrever sempre esteve como um satélite girando ao meu redor, não sei bem quando começou este frenesi, mas com certeza se agravou quando eu queria me expressar e a voz, o falar, não foi o suficiente. As palavras seriam mais eficazes.

Esse blog foi uma coisa louca, totalmente sem rumo como um trem desgovernado escorregando em uma pista de sabão. E eu achei isso o máximo, porque essa liberdade maluca me deu a oportunidade de dar vazão à minha criatividade, imaginação e treinar escrita. Mas ao mesmo tempo, a liberdade trouxe um desleixo e falta de compromisso com o blog. Essa falta de um norte, de um tema específico foi o que levou o blog ao ostracismo, pois tinha capacidade de ter muito mais conteúdo de qualidade e direcionado aos temas específicos.
Engraçado que o blog em certo momento significou muito pra mim; depois de um certo tempo, não significava quase nada. Perdeu o valor, mas continuou aquele canto que uma pessoa sempre volta. O que não perdeu o valor foi a paixão pela escrita.
Ficou pra mim uma válvula de escape e uma forma de exercitar a escrita.
Outra coisa que me levou a criar o blog foi a imensa capacidade de inventar histórias e personagens. Dessa minha fonte foi a mesma que saíram as webcomics.

A internet é um mar sem fim, um enorme e profundo mar digital. Eu gosto de usar essas analogias; gosto dessa percepção/entendimento poético de que a rede, na verdade, é um oceano. E cada postagem que foi publicada foi como uma garrafa jogada ao mar: não se sabe se alguém vai encontrar ou se vai ficar pra sempre flutuando por aí. Se você encontrou esse blog e leu essa postagem, deixe uma mensagem contando como a achou, gostaria de saber como chegou até aqui.

Esse blog não será apagado. Aqui foi e será a minha ilha que vivi durante 10 anos e vai ficar até não sei por quanto tempo...

domingo, 20 de dezembro de 2020

Os Programas Mais Idiotas da TV Aberta #8 - Lacrástico: O Show da Latrina!

O porre do domingo. Meu DEUS, o porre do domingo à noite. É aquele momento que, se você é alguém que busca diversão mas tá lascado se tiver algum pai, mãe, tio, tia, avô, avó, enfim boomers em geral em casa e eles sempre amam a grobo, é uma coisa incrível. Eu acho que eles ainda pensam que esse horror de canal é a mesma coisa quando Bebeto Marinho tava vivo. NÃO, NÃO É VOCÊS ESTÃO ENGANADOS!
 Pois então, o ápice da imundície televisiva da noite. O show latrinal, onde chamar a atenção (leia-se: lacrar) é mais importante do que a verdade.
Antigamente, este programa era muito. Matérias sobre ciência, tecnologia, curiosidades, assombrações. Ora o Mr. M desmistificava truques de mágica, ora o Padre Quevedo desvendava casos parapsicológicos, lançamentos de clipes de artistas (que faziam música de qualidade), sem contar as denúncias jornalísticas e algumas curiosidades do Brasil e do mundo. Apesar de alguns momentos você se desesperar de medo de algumas reportagens que faziam, o programa era bom. Voltando a falar do Padre Quevedo. O PADRE QUEVEDO. NA GLOBO. Vocês não tem noção do que era isso. Hoje católicos são pintados como o cão na terra por esse jornaleco de quinta.
Antigamente (antigamente digo anos 90-2000) além das revistas comuns que encontrávamos nas bancas, o Fantástico era um dos únicos meios de saber dessas novidades. Era um pacotão de notícias e besteirol. Às vezes até clipe de músicas lançavam por lá. Não vou dizer que não existia manipulação de notícias, existia mas era de forma sutil. Aparentemente ninguém notava a manipulação que eles faziam porque a maioria de nós era ignorante mesmo e tinha esse monopólio de informações. A internet salvou nossas vidas.
Pois então, com o advento da internet, começando os anos 2000 o programa perdeu aquela característica de ser uma coisa muito esperada pelo público, que era sua função de novidade, de trazer informações que davam pano pra manga para discussões durante toda a semana. Foi cada vez mais perdendo o público... Começou a encher o saco.
Não sei se por modinha, ou se algum cabeçudo, ou achando que vai tirar algum lucro de um tal público específico. Mas com certeza foi por dinheiro, eles detectaram um grupo de pessoas aí que deve ter um QI meio pra lá de Bagdá e são facilmente manipuláveis.
Foi aí que começaram a incluir determinadas pautas na programação e é aquela coisa que quem sabe, sabe do que eu estou falando. É chato, maçante, só engana trouxa. Sei que com certeza tem uma agenda obscura lá e eles tem que cumprir.
A ÚNICA coisa boa que restou desse programa são o momento dos gols, é a única coisa tolerável que dá pra ver. Ú-N-I-C-A.
E pra encerrar a noite tem um filme mais batido do que sanduíche dentro de mochila de gordinho nerd que apanha na escola. 
Então você vai dormir pra encarar mais uma semana, é o melhor a se fazer.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Tarde das Laranjas Assassinas

Introdução 

Tarde das Laranjas Assassinas é a expansão do universo das Laranjas Assassinas, que começou com a webcomic Noite das Laranjas Assassinas e continuou com o Dia das Laranjas Assassinas. Resolvi continuar em escrito porque eu ainda tinha muitas ideias e por enquanto não tô tendo paciência para desenhar detalhe por detalhe no paint. Na verdade ainda tenho, mas este projeto por enquanto está em último plano.

 


 Prelúdio

A cidade já havia experimentado pequenos episódios de caos em uma feira. Muitos achavam que eram casos isolados, mas poucos se deram conta que o perigo germinou e agora renderia frutos.


Parte 1

Fazia calor naquela tarde de verão nos Estados Unidos do Brazil.

A cidade ainda se recuperava do caos. Na feira, uma porradaria generalizada havia acontecido há alguns meses. Um pouco antes, um distúrbio em um manicômio Antes disso, houve ataques mortais e explosões transmitidos pela televisão, pessoas dadas como desaparecidas e encontradas mutiladas.

Mas muita gente passava despercebida por aqueles acontecimentos, viviam de forma normal, por cima de todo aquele pandemônio.

Uma delas, é Gerson Surubim. Gerson caminhava na feira, como sempre fazia e comprou vários legumes. Encontrou um cesto de laranjas em um canto, olhou para um lado, olhou para outro... Pensou em deixá-las, mas pareciam tão brilhantes e suculentas e, de forma sorrateira, levou-as para casa.

Aquela feira era a mesma que ele ouviu anteriormente nos jornais, onde laranjas tinham ganhado vida. Para ele, era tudo boato. No caminho de volta para casa, pensou ter ouvido alguma coisa abafada dentro do cesto, mas continuou a caminhar.

Mal sabia ele que estava carregando sua própria desgraça.
Ao chegar no seu prédio, rapidamente as colocou na geladeira. Aquelas laranjas endemoniadas adormeceram pelo frio e ficaram assim por um bom tempo, adormecidas.
 

Passadas algumas horas, já anoitecendo, Gerson pega as laranjas e as descasca. Momentaneamente, ele consegue partir todas as laranjas e saboreá-las como se fossem simples frutas, descobrindo sem querer, o seu ponto fraco. Mas o destino agiu de forma desgraçada: a última laranja do cesto ao ser chupada, no seu último gomo, guardava uma semente, que engasgou o pobre homem, sufocando-o até a morte.


O corpo permaneceu ali por alguns dias, mas a morte também trouxe a vida. Uma semente começara a germinar, suas raízes tomaram o lugar dos nervos do defunto e o cérebro tornou-se uma sanguinária laranja assassina zumbi!

Aquele prédio veria uma tarde de terror. A tarde da laranja zumbi assassina.





Parte 2

Aos poucos, começa a cair a noite, um abafado anunciava uma tempestade se aproximando a qualquer momento.

Jessica descansava no seu apartamento olhando o céu pela janela quando ouviu uma batida na porta, quem poderia ser? Não esperava nenhuma visita. Alguém da vizinhança, talvez… Não. O único parecia ter viajado, não o tinha visto por algum tempo.

Decidiu não atender, ficou mais alguns minutos parada, ouvindo.

O barulho foi repetido mais uma vez. Depois duas, três. Cada vez mais forte. Alguém parecia estar forçando a porta. Um grito quis sair da sua garganta, mas ficou preso. A única ação que teve foi correr para o interfone da cozinha e chamar a segurança, mas antes disso, a porta cai ao chão, com um estrondo e atônita, Jéssica vê pela porta uma cena

Nunca, em nenhum filme havia lhe mostrado aquela coisa infernal. A pele amarronzada, parecia madeira, a face arredondada saltavam dois olhos vermelhos e dentes afiados. A cabeça redonda parecia um laranja e no seu topo crescia um pequeno galho com duas folhas.

Aquela coisa se aproximava de forma arrastada, como um bêbado manco. Jéssica não tinha palavras nem forças para se mover. O monstro veio se aproximando com seus passos trôpegos e antes que pudesse se levantar, as suas mãos com dedos secos galhos aperta o pescoço da moça. Fez um pedido de socorro sufocado enquanto suas mãos lutavam para sair da forca.

Um grito se deu quando seus olhos são perfurados com os polegares do zumbi. Por fim, uma grande mordida no pescoço acaba por selar o triste fim da jovem, agora morta em uma imensa poça de sangue.

Depois disso, fez-se um silêncio naquele andar. O outro apartamento era de um casal de idosos. Ninguém ouviu suas súplicas. O zumbi começava a descer as escadas. Lá fora, um relâmpago anunciava uma tempestade chegando.



Parte 3

O vento soprou forte, a tempestade chegou. Os raios dançavam no céu. Um deles cai em uma subestação, causando um blackout em vários bairros da cidade. Um deles era o prédio onde o zumbi caminhava, descendo mais um andar totalmente protegido pela escuridão.

A chuva batia forte na janela enquanto Pedro enchia um copo com vodka. Deu por falta do morador que sempre lhe cobrava uma dívida antiga, mas que incrivelmente havia desaparecido por alguns dias.

Entrou tão bêbado que não havia fechado a porta. Ligou a televisão e quase adormecia. Ouviu um som abafado vindo do lado de fora, mas estava tão fora de si que deixou a porta abrir. Ao brilho dos relâmpagos viu uma sombra pairar na entrada da casa, só era forma humana, mas os grandes olhos vermelhos pareciam brilhar no escuro; os dentes brancos, afiados se mostravam brilhantes.

Seria uma alucinação? Não a coisa era real e se aproximava. Ele pega a garrafa e joga na direção do monstro, mas erra, tropeça do sofá e pega alguma coisa que possa lhe defender.

Aquela coisa com certeza veio lhe cobrar, era Gerson, transformado em alguma coisa terrivelmente infernal, vinha se aproximando, mas a escuridão lhe dava uma chance.

Bêbado e engatinhando, lembrou-se de pegar alguma coisa que pudesse acertar aquele monstro, mas se viu tão baratinado pela ação do álcool que era difícil raciocinar.

Foi na cozinha em busca de uma faca, para isso teria que passar bem ao lado daquele monstro. Arrastado, bateu a cabeça em alguma coisa e tomou um forte golpe que pegou de raspão no ombro. Certamente a laranja zumbi também estava sem enxergar no escuro.

Mas com dor e amortecido pela cachaça, conseguiu se arrastar até a cozinha, onde pegou uma vassoura, única coisa que poderia se transformar em arma. Levantou trôpego e se preparou, mas o bicho foi mais rápido e cravava suas garras nos braços de Pedro. Ali, cara a cara, teve a impressão que era o agiota que voltou do inferno para buscar sua dívida. Empurrou-o com força para perto da janela e o monstro morde seu ombro.

A luta feroz, mas perfurado e banhado em sangue, caiu sem forças, enquanto o zumbi despencava do nono andar.

Quebrado e com a cabeça partida, aquele ser não conseguia mais caminhar, mas continuou se arrastando com suas últimas forças até que deu um último suspiro. Agora jazia ali um amontoado de gravetos molhados em uma gosma amarronzada, no meio, uma laranja semi despedaçada. 

 

Epílogo

 Levado para um lixão, aquele composto disforme se misturou com o amontoado de entulho e terra. Lavado pela chuva e nutrido pelo chorume apodrecido uma, duas, três, várias sementes começaram a germinar.


FIM?

domingo, 1 de novembro de 2020

La Novela - Episódio Zero

La Novela foi a minha primeira webcomic. Criei em 2009 ou 2010 e conta a história de um bundão (Janjão) que foi enganado pela noiva no dia do casamento, a intenção é pra ser insuportável e meloso como uma novela mesmo. O projeto ficou enrolando na gaveta por todos esses anos, com o "script" já feito, mas batia a preguiça de desenhar... No começo eu realmente levava a sério, mas no meio do caminho vi que era pura porcaria mesmo e comecei a aloprar.
Aqui está o primeiro episódio. Tem muitos outros já prontos, mas só queria publicar quando todos estivessem feitos (o que não aconteceu). Tentarei desenhar a parte que falta à mão mesmo porque no paint/pc eu não tenho mais paciência.
 
 


 

Postagem em destaque

Dia das Laranjas Assassinas

Finalmente, a sequência da Noite das Laranjas Assassinas está aqui! É a continuação da história, explorando os acontecimentos das laranjas...